Por teres me levado à loucura, por teres me feito sonhar
Por teres me tirado a paz, a lógica e a razão
Por teres me envolvido em uma história apaixonada
Insana, descuidada, insensata, deliciosa
Pelos momentos de silêncio, de paz e de plenitude
Pelo aconchego, por me acostumares a tua companhia
Por permeares meus pensamentos sem pedir permissão
Devaneios, projeções, desejos, imaginação
Por teres paciência, serenidade e sensibilidade
Por me mostrares que posso ter mais
Por me cuidar, acarinhar e deleitar
Sem limites, sem censura, sem porvir
Por ser quem tu és e seguires em frente
Por te afastares, romperes laços e sonhos
Por mais que doa, que sangre, que confunda
Te perdoo por tudo, te perdoo por nada
quarta-feira, abril 11, 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
E então, ainda há o que perdoar?
ResponderExcluirEspero que sempre haja o que ser perdoado, se for como tem sido até agora...
ResponderExcluir