Eu achei que precisasse de você. Quase enlouqueci quando você se foi, abandonando nossos momentos, memórias, risadas, olhares, músicas preferidas, implicâncias, desentendimentos e a certeza de que tudo sempre acaba em novas risadas.
Passei um tempo vagando pelas ruas e locais que me faziam lembrar você. Achei que fosse sufocar com a distância, com a sensação de saber que você não estava mais ao alcance de umas quadras.
Tempo difíceis. Não sabia que podia me sentir tão fragilizada, e não estava gostando nem um pouco da situação. Ser invadida por uma vontade irresistível de chorar no meio da rua definitivamente não estava me fazendo bem.
O tempo passou. E me deu um belo presente: a certeza de que realmente não preciso de você. Às vezes levamos tanto tempo para perceber coisas tão óbvias. Na verdade, o mais demorado não é perceber, e sim absorver essa certeza. Agora sou uma pessoa melhor. Para mim. Para você. Para nós.
Em 02.11.09
O curioso disso tudo é que as histórias se repetem. Levei cerca de 14 meses para superar algo que não tinha que ser. E agora tudo de novo. Tudo diferente, sofrimento do mesmo jeito.
Por que temos que ser tão intensos em tudo? Não seria mais fácil não haver posse, não sentir a perda, e sim felicitar-se com a felicidade de quem se ama? Ainda há um longo degrau na evolução... confesso. Para mim não é tão simples. Mas opto por ao menos tentar.
Live and let live.
Passei um tempo vagando pelas ruas e locais que me faziam lembrar você. Achei que fosse sufocar com a distância, com a sensação de saber que você não estava mais ao alcance de umas quadras.
Tempo difíceis. Não sabia que podia me sentir tão fragilizada, e não estava gostando nem um pouco da situação. Ser invadida por uma vontade irresistível de chorar no meio da rua definitivamente não estava me fazendo bem.
O tempo passou. E me deu um belo presente: a certeza de que realmente não preciso de você. Às vezes levamos tanto tempo para perceber coisas tão óbvias. Na verdade, o mais demorado não é perceber, e sim absorver essa certeza. Agora sou uma pessoa melhor. Para mim. Para você. Para nós.
Em 02.11.09
O curioso disso tudo é que as histórias se repetem. Levei cerca de 14 meses para superar algo que não tinha que ser. E agora tudo de novo. Tudo diferente, sofrimento do mesmo jeito.
Por que temos que ser tão intensos em tudo? Não seria mais fácil não haver posse, não sentir a perda, e sim felicitar-se com a felicidade de quem se ama? Ainda há um longo degrau na evolução... confesso. Para mim não é tão simples. Mas opto por ao menos tentar.
Live and let live.
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