Uma vez alguém perguntou o que eu tinha para oferecer. Eu disse a esse alguém que ele não tinha a menor ideia. E é claro que não tinha. O que ofereço é algo puro, intenso e delicado. É sincero, profundo e abundante. Mas também frágil e finito. Sim, transpassa suposições. Não adianta tentar entender ou ignorar. O que eu ofereço simplesmente persiste. Precisa ser experimentado, vivido, alimentado, compartilhado. Não é algo que se peça, ou se exija, ou se finja. É algo que se doa sem ninguém pedir. E quando vivenciado, inesquecível. O que eu ofereço cuida, protege, briga e acalenta. É capaz das maiores loucuras, mas também das melhores intenções.
Ele é finito, mas a fonte é inesgotável. O ciclo termina. E renasce para um novo alguém. Um alguém que saiba receber, que aceite sentir o mesmo, que não negue o óbvio. Um alguém com coragem de viver o que ofereço. Que aprecie uma risada gostosa, um abraço apertado, uma lágrima sincera, um carinho sem hora, um olhar cúmplice, um beijo terno, um suspiro descompromissado, um agrado sem por quê, um sonho compartilhado, um toque indecente, uma palavra amável, um gesto oportuno.
Alguém?
Ele é finito, mas a fonte é inesgotável. O ciclo termina. E renasce para um novo alguém. Um alguém que saiba receber, que aceite sentir o mesmo, que não negue o óbvio. Um alguém com coragem de viver o que ofereço. Que aprecie uma risada gostosa, um abraço apertado, uma lágrima sincera, um carinho sem hora, um olhar cúmplice, um beijo terno, um suspiro descompromissado, um agrado sem por quê, um sonho compartilhado, um toque indecente, uma palavra amável, um gesto oportuno.
Alguém?
Nenhum comentário:
Postar um comentário