Apesar de estar tudo doendo do lado de fora, sinto algo em mim que sorri, que luta, que vive, que ainda acredita na simplicidade das coisas. Estou profundamente machucada, mas pulsante, ávida pelo próximo passo. A intensidade da queda me assusta, confesso... mas não me desanima... há tanta beleza nesse mundo de contrastes... nesse mundo tão intenso como eu. Não há como desistir. As dificuldades sempre podem se tornar piores. E pior pode se tornar também minha insistência em acreditar que algo de bom está ali fora, só aguardando o momento certo.
Minhas horas confundem-se com os segundos e os minutos e as semanas e os meses... quando dou por mim, viajei durante horas em um minuto... ou passei meses que poderiam ser resumidos em segundos de emoção sem fim... e a semana que não teve mais do que 60 minutos? A tênue linha que separa a sensação de tempo da contagem humana dos dias pregou-me peças... Como contarei meus últimos meses? Como contarei meus últimos dias? Como contarei minhas últimas horas? Intensos, entediantes, doloridos. Paradoxalmente, conflituosos, divertidos, necessários.
Sou uma espécie de esponja (será por isso minha empatia pelo Bob Sponja?), absorvendo tudo ao meu redor, filtrando muito pouco, e me envolvendo quase sempre. Acabo sofrendo junto com os que tenho em alta estima, independente se deveria ou não sentir assim, se deveria ou não deixar meu apreço à mostra, para ser flagelado pelos menos sensíveis. As possibilidades de lidar com tais peculiaridades são as mais variadas. Por enquanto sei que estou me expondo, mostrando a face, baixando a guarda.... mas há muito por vir.
Minhas horas confundem-se com os segundos e os minutos e as semanas e os meses... quando dou por mim, viajei durante horas em um minuto... ou passei meses que poderiam ser resumidos em segundos de emoção sem fim... e a semana que não teve mais do que 60 minutos? A tênue linha que separa a sensação de tempo da contagem humana dos dias pregou-me peças... Como contarei meus últimos meses? Como contarei meus últimos dias? Como contarei minhas últimas horas? Intensos, entediantes, doloridos. Paradoxalmente, conflituosos, divertidos, necessários.
Sou uma espécie de esponja (será por isso minha empatia pelo Bob Sponja?), absorvendo tudo ao meu redor, filtrando muito pouco, e me envolvendo quase sempre. Acabo sofrendo junto com os que tenho em alta estima, independente se deveria ou não sentir assim, se deveria ou não deixar meu apreço à mostra, para ser flagelado pelos menos sensíveis. As possibilidades de lidar com tais peculiaridades são as mais variadas. Por enquanto sei que estou me expondo, mostrando a face, baixando a guarda.... mas há muito por vir.
Em 09.03.09
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