Eu quero amar de novo. Não aquele amor que é puramente amizade, ou aquele amor que une os entes queridos. Aprendi a me amar novamente. Não que ainda não tenha minhas inseguranças, mas gosto cada vez mais de mim.
Tenho algo em mim que vem de tempos imemoriais: a satisfação em fazer feliz, em cuidar, em mimar. Pode ser um defeito, mas estou sentindo falta de exercitá-lo. Apesar da vocação maternal, não tenho vontade de ser mãe. Talvez porque já tenha sido mãe de uma criança a pedido (imposição) de minha mãe - fui a segunda mãe de minha irmã. Fiz o que pude e o que não pude, a despeito do desdém que recebia em troca. Levei caros cinco anos, aproximadamente, para abandonar esse 'papel'.
E agora, sozinha, sinto falta de alguém a quem me dedicar. Tudo bem, deveria dedicar-me somente a mim - que mal há? Mas isso não me basta, sinto-me insatisfeita sem ter alguém a quem fazer feliz em todos os sentidos. Nada me agrada mais do que acertar um presente, um carinho, uma atenção. Gosto do sorriso nos lábios alheios.
Devia ser mais egoísta, eu sei. Devia pensar mais em mim. Mas não consigo sufocar esse prazer intenso que sinto com a satisfação daqueles a quem estimo. Não consigo reprimir esse desejo de criar coisas, situações, eventos, para ver o sorriso de satisfação em outrem.
Nesse momento, além de me faltar esse outrem, falta-me quem me retribua essa minha dedicação incondicional à felicidade de quem gosto. Não que me faltem pretendentes. Falta-me o algo a mais que une duas pessoas. Ando errando o alvo.
Tenho algo em mim que vem de tempos imemoriais: a satisfação em fazer feliz, em cuidar, em mimar. Pode ser um defeito, mas estou sentindo falta de exercitá-lo. Apesar da vocação maternal, não tenho vontade de ser mãe. Talvez porque já tenha sido mãe de uma criança a pedido (imposição) de minha mãe - fui a segunda mãe de minha irmã. Fiz o que pude e o que não pude, a despeito do desdém que recebia em troca. Levei caros cinco anos, aproximadamente, para abandonar esse 'papel'.
E agora, sozinha, sinto falta de alguém a quem me dedicar. Tudo bem, deveria dedicar-me somente a mim - que mal há? Mas isso não me basta, sinto-me insatisfeita sem ter alguém a quem fazer feliz em todos os sentidos. Nada me agrada mais do que acertar um presente, um carinho, uma atenção. Gosto do sorriso nos lábios alheios.
Devia ser mais egoísta, eu sei. Devia pensar mais em mim. Mas não consigo sufocar esse prazer intenso que sinto com a satisfação daqueles a quem estimo. Não consigo reprimir esse desejo de criar coisas, situações, eventos, para ver o sorriso de satisfação em outrem.
Nesse momento, além de me faltar esse outrem, falta-me quem me retribua essa minha dedicação incondicional à felicidade de quem gosto. Não que me faltem pretendentes. Falta-me o algo a mais que une duas pessoas. Ando errando o alvo.
Em 12.02.09
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