Ser mulher doi. E não estou falando de opção sexual. Muito menos de dor física. Simplesmente doi. Simplesmente sabemos como fazer doer. Dor muda, solitária, quase transparente. Só pode ser vista em alguns breves momentos de descuido, num relance, num olhar mais demorado. E, no instante seguinte, ela se foi. A dor. Mas também a capacidade de chorar.
(em 03.05.11)
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