Dilacerada pela dor, olhos turvos pelas lágrimas, só consegui estender a mão para alcançar um pedaço de papel e dar vazão a meu sentimento. E foi isso que escrevi naquele dia [03.01.11]:
Sinto muito por ter me apaixonado por você. Sinto muito mesmo. Nunca quis te machucar de verdade, a não ser por um medo irracional de que você me machuque de novo.
Misto de angústia e culpa por te amar. Angústia porque não importa o que eu faça, você não consegue se sentir à vontade com meu amor. Culpa por talvez te forçar a me dar algo que nunca terei.
Eu sou forte para bancar meus sentimentos. Mas sou fraca em insistir quando não pareço correspondida. Triste nadar muito e morrer logo depois da arrebentação. Queria ao menos pisar na praia com você.
(em 04.04.11)
Sinto muito por ter me apaixonado por você. Sinto muito mesmo. Nunca quis te machucar de verdade, a não ser por um medo irracional de que você me machuque de novo.
Misto de angústia e culpa por te amar. Angústia porque não importa o que eu faça, você não consegue se sentir à vontade com meu amor. Culpa por talvez te forçar a me dar algo que nunca terei.
Eu sou forte para bancar meus sentimentos. Mas sou fraca em insistir quando não pareço correspondida. Triste nadar muito e morrer logo depois da arrebentação. Queria ao menos pisar na praia com você.
(em 04.04.11)
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