Estou lutando uma batalha inútil. Não posso avançar. Não consigo recuar. E estou no fogo cruzado. Não tenho paz, não durmo, mal me alimento. Como se de repente a cortina azul-celeste caísse e deixasse à mostra a realidade do meu mundo: trincheiras.
Sempre me protegi ferrenhamente do mundo. Ou com reclusão ou com simpatia. Tenho sido simpática, compreensiva, paciente. Mas... a que custo? Será que as palavras e conversas amenas e racionais estão realmente servindo de algo? Tenho achado cada vez menos que apenas compreender seja suficiente. O racional é bonitinho, mas é o que está dentro de mim que sofre, chora, sufoca, desespera.
A cada palavra dita, é como se outra feita de ácido descesse pela minha garganta, queimando e dissolvendo tudo dentro de mim. A cada dia outro órgão entra em falência, será que o coração precisa mesmo ser o último? Estou fraca demais para continuar assim.
Você fica dizendo que eu ainda não conheci seu verdadeiro eu. Cada vez mais questiono se um dia o conhecerei, se um dia você me dará esta chance.
Às vezes tenho a forte sensação de estar agindo como uma mendiga. Contentando-me com migalhas. Fazendo rodeios para obter muito pouco. Expondo-me à rejeição. E tudo isso é muito novo para mim. Olho-me no espelho e não me reconheço. Quero parar e não sei como. Quero mudar e não encontro o caminho.
Estou cansada de lutar. Meu corpo está pedindo para eu parar. Ou eu paro ou ele me pára.
Sempre me protegi ferrenhamente do mundo. Ou com reclusão ou com simpatia. Tenho sido simpática, compreensiva, paciente. Mas... a que custo? Será que as palavras e conversas amenas e racionais estão realmente servindo de algo? Tenho achado cada vez menos que apenas compreender seja suficiente. O racional é bonitinho, mas é o que está dentro de mim que sofre, chora, sufoca, desespera.
A cada palavra dita, é como se outra feita de ácido descesse pela minha garganta, queimando e dissolvendo tudo dentro de mim. A cada dia outro órgão entra em falência, será que o coração precisa mesmo ser o último? Estou fraca demais para continuar assim.
Você fica dizendo que eu ainda não conheci seu verdadeiro eu. Cada vez mais questiono se um dia o conhecerei, se um dia você me dará esta chance.
Às vezes tenho a forte sensação de estar agindo como uma mendiga. Contentando-me com migalhas. Fazendo rodeios para obter muito pouco. Expondo-me à rejeição. E tudo isso é muito novo para mim. Olho-me no espelho e não me reconheço. Quero parar e não sei como. Quero mudar e não encontro o caminho.
Estou cansada de lutar. Meu corpo está pedindo para eu parar. Ou eu paro ou ele me pára.
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